BEM VINDO
  • Instituto Parrhesia Erga Omnes

  • Seminário Desenterrando Leis 11 e 12 de abril

    Click e inscreva-se

  • Click e Ouça

  • Movimentos Parrhesia

    Mães da Parrhesia/ Radicais Parrhesia

sábado, 18 de janeiro de 2014

Fórum Social Temático 2014 apresenta: Parrhesia em Movimento

                   Com o intuito de descentralizarmos o Fórum Social e apresentar em forma de rap e ação direta de "positivismo de combate", em  iniciativas a partir do rap móvel o  Fórum social temático 2014 inova, através projeto Parrhesia em Movimento. by Julio RAP.




    

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Balanço Interpretativo


Por critérios bem acordados em grupos de afinidades não criticávamos sem vivenciar e encontrar instâncias correspondentes ao referente de Movimentos Sociais, que era o MST, que há tempos já pedia apoios e fazia notar a dificuldade em desdobrar mobilizações para além das conquistas de infra-estrutura rural em acampamentos e assentamentos. Por sua vez, a imprensa local identificava sistematicamente manifestantes urbanos como se fossem do MST, ou conforme interesses do momento, em uma de suas tantas dimensões mais caricatas da propaganda a tomar o lugar do jornalismo e consequentemente da cidadania e dos territórios da democracia tal qual fora concebida, debatida e projetada desde tribos urbanas, aldeias, províncias e Escolas do país. A ponto de se tornarem dos maiores alvos de protestos da história do Brasil ao viralizarem as manifestações desta cidade por outro de seus Estados, em junho de 2013.
Formadores de opinião mais dependentes destes órgãos difusores mais reacinários panicaram engrossando a ação persecutória, incicialmente com medo de ações mais violentas da ultra-direita, mas também tachando toda uma juventude de ampla gama de coisas irrepetíveis, num verdadeiro festival de “meninos, eu vi” e de pregação de moral de cuecas, que pode ter servido terapeuticamente para reavivar-lhes algum passado, porém dificilmente se colocando em campo de movimento social ou mobilizatório, ainda que muito facilmente falando em nome de tais valores, bem como nos da própria República Democrática, mesmo saudando ou justificando das mais generalizadas ações policiais pelo país afora e Estado adentro. Assim vimos a polariazação da pauta social pelas contrarrevoluções sem efetiva revolução, papelão maior que o do Pcfrancês em 68, para não tocarem nas estruturas da violência e da desinformação eventualmente chanceladas pelo judiciário e defendidas pelo executivo. Onde esperávamos expressões de grande diversidade, portanto, notamos indícios de uma crise, mas não necessariamente de gestão do “capitalismo”, mas de representatividade cada vez mais difícil de negar, e portanto de consciência: anterior à própria Política e suas negociações atacadas como terroristas e anti-políticas, equanto “a República” busca, nem que aos tropeços, cumprir seu papel promovendo ferramentas alternativas para representarem avanços da Democracia perante a História e, talvez principalmente, ao “eleitorado”.
                O trabalho do estudante é estudar e se formar: mandamos que eles trabalhem. Se atualizará pelo resto da vida, com instâncias andragógicas que já ajudamos a conceber enquanto trabalho colaborativo, com respectivas estéticas participantes ou mesmo militantes. Entre críticas potentes tomei contato com diversas que eu poderia situar em espectros de direita e esquerda, se não os reservasse para questões de previdência, reclamando da agitação tomar lugares de movimento social: seja pelo sensacionalismo de mídias burguesas operando por fora das esferas de qualquer direito racional no país, por nossa máxima culpa, e talvez também um pouco do pessoal que sistematiza uma tática de propaganda, seja pelas universidades caça-níqueis “sem fins lucrativos”, algumas dentre as instituições eventualmente limitadas nas suas ações por imprevisibilidades do seu próprio cenário por onde, consquentemente, emergirão mais movimentos sociais, talvez transitando, trafegando pelas mobilidades sociais a ponto de equacionar referenciais de projetos politicamente orientados à esquerda, desmistificadores, nem cooptados nem conformados, nem engessados por embargos econômicos e inversões de valores informativos, ou mesmo sequestros conceituais ou perseguições policiais.
As cadeias de comando da parceria público-privado operam em vários mundos: será que os ricos enfrentam os labirínticos tele-atendimentos? Cobramos medidas correspondendo aos debates democráticos e pauta política regulatória em respeito a tais condições de representação dos interesse público, mas as notícias sobre o debate nos cursos de comunicação alertam: é um debate totalmente popular e não se pode contar nem com a ajuda de maiores universitários, se não ocasionalmente, enquanto ativistas – como os próprios jovens e estudantes assembleístas. Sabemos que as relações intermitentes na fragmentação do cotidiano podem permitir alguma ação aparentemente favorecida pela internet de várias maneiras. Digo “aparentemente” pelo desconcerto no desequilíbrio de fatores explicativos ter gerado crenças bastante estranhas, especialmente com relação às redes sociais. Há pesquisas curiosas em respeito aos Twitters em SP, mas a generalização precipitada seria como dizer que a moçadinha que se encontra em xópin centers aderiu a grandes bailes funk em funão daqueles espaços urbanos. Nada a ver. Olhava-se apressadamente a traços comuns à juventude mundial, e Marilena Chauí acusava às redes sociais de serem o mais avançado posto de mídia corporativa do capitalismo na sociedade, de maneira igualmente pouco debatida, muito especulativa (para não dizer chutada) - no seu aspecto mais informativo e pedagógico. Há quem debata de dentro do sistema facebook (como eu), notando-lhe as mudanças neste sentido usurpador das próprias imagens das pessoas indevida e alheatoriamente utilizadas para propagandearem corporações e produtos com os quais não se relacionam, numa nova espécie de manipulação e buulying eletrônicos. Não sou um pesquisador sistemático, longe disso, mas ponderamos com base nos indícios verificados cotidianamente e em fatos políticos como o da expulsão de petistas do Bloco de Lutas pelo Transporte 100% Público – tendo como gota d´agua a manipulação igualmente enganosa de imagns de companhairos para a sua capitalização polititica. A CPI das Teles aconteceu? Alguém sabe? Alguém promove tamanho esquecimento e alienação? As máscaras “anounymous” satirizam mecanismos de controle desta sociedade burramente informatizada com bases no “ruindows”, medicalizada na superficialidade das balanças e governada em lealdades mais compadrísticas do que ideológicas, panicados do que inovadoras, cafagestes do que saudáveis. Digo tanto do “pânico” por haver mais do que constrangimentos pelo MC virtual dos bailes de rua figurar a necessidade dos militantes se resguardarem tanto da cooptação como da repressão, desde os próprios circuitos juvenis e ativistas. Digo também por igularem anarka segurança a facistas, em momentos tão interessantes às posturas e composturas críticas, e novamente em nome do resguardo frente aos partidos de imprensa golpista. O sistema não quer se fazer entender, mas o povo não é bobo, muito antes pelo contrário, mistificações correntes se escancararam enormemente e novamente o povo só não quer apanhar nas ruas, como ninguém em sã consciência iria  querer ser mal informado por alguma contra-inteligência. O mandado de busca e apreensão à materiais “anarquistas” é parte de uma linguagem bem reveladora. O delegado declarara à imprensa não terem encontrado materiais identitários. Não são identitários? É tudo identitário! Buscavam máscaras de gás e coquetéis molotov em bibliotecas e lares eventualmente mantendo ferramentas de linguagem jovem, da pixação, da confecção de faixas e das colagens de cartazes. 
A questão não é mais o que você faria naquele lugar, mas o que está sendo feito, e especialmente com os lugares que nos tocam, bem como a nossas práticas epistemológicas. Se descuidarmos das capacidades humanas de falar no plural, e ficarmos cuidando de jogos de empura de responsabilidades, por exemplo, o triste espetáculo resultante pode não ser infantil, mas irresponsável e mesquinho em relação às obras contemporâneas de Humanidades.
Nem tenho tanta agudez de escuta e vivacidade em recordatório para tamanha exposição, mas pode oportunizar algum tópico “extra”, como de cervejas caseiras, digo, artesanais.
Os anarquistas mortos se reviraram ainda mais nas suas cinzas, ante os espetáculos de comportamentos de manadas nos seios de instituições da autoridade e maturidade profissionais, enquanto vivos não cessamos de contemporizar, e disponibilizar leituras contemporâneas e em estéticas condizentes, registros de autenticidade, formas de calar mais fundo a obviedades demasiadamente gritantes até ocasiões mais oportunas, teorizanto e/ou confrontando.
Minérios na Argentina? IIRSA? Condições no Egito? As questões do capitalismo contemporâneo serão mesmo endereçadas neste FST 2014, e por quem? Quem enxotou à ALCA? Movimentos Sociais Latino-Americanos. Como nos posicionaremos hoje? Esperando receber aulas do Governo Federal? Da revista superinteressante que publicava a derradeira defesa da energia nuclear por parte do formulador da teoria de gaia? Se à época perdíamos estações intermediárias do ano solar, hoje são as horas de aquecimento que se comprimiram.
Acessibilidade em contra tudo e de encontro a todos! Pensar nela é fecundo, mesmo que não a alcancemos como almejávamos – também para as crianças de colo, em ocupações do SINE e marchas nas ruas!!!
Catastrofismo, na Origem das Espécies de Charles Darwin é a crença na extinção de espécies fósseis por conta de um grande evento destruidor, e Umberto Eco tem “Apocalípticos e Integrados” ao sistema. Existem leituras formativas igualmente para quem adora dicotomias polarizadas, e mais de uma primavera árabe para quem se apropria dos enredos e símbolos nos seus jogos comunicativos. Queremos nos solidarizar com as condições dos egípcios, mas havemos de reconhecer-lhes peculiaridades. Não que não sejam sérias as ameaças da ultra-direita no Brasil, para além das choradeiras sobre o “PIG”, bem pelo contrário: a inteligência emocional está em reconhecer o pessimismo obsecado, travado, panicado, com a idéia do encadeamento desastroso das ações, e o otimismo, enquanto possibilidades profundas, além de contagioso. Nem tudo é política, bem cabe lembrar, que o diga moçada a utilizar locais urbanos e culturais do centro e adjacências, no “centralismo” até bem mais geográfico do que “democrático”. Princípios, valores, planos, estão em movimento. No pasarán!

Ethon Fonseca

Acerca do “Sistema de Economia Solidária”



Acerca do “Sistema de Economia Solidária”

                Características consideradas em círculo de indivíduos de Movimentos Sociais e Coletivos manifestando compromissos e projetando o FST2014:
1)    Estamos inseridos em um Meio de Produção: manual-artesanal, semiartesanal, estético-artístico, intelectual, de fato enfrentados ao meio de produção capitalista.

2)   Não por considerarmos produtores-criadores em âmbito objetivo de bobreza, mas pelo sistema constituído nos colocar, por seu próprio poder de dominação em um estado infereior em relação à realização e à competitividade.

3)   Este funcionamento solidário, que se desenvolve em trocas abarcando eventos com o FSM, demonstra seu valor para muito além do retorno financeiro que cada integrante produtor pode e/ou deseja atingir -> Nossa participação é Política-comunitário. Participamos com a necessidade de criar, transmitir ações semelhantes que se orientem às mudanças econômicas – políticas – culturais, pelas que estão lutando sobretudo comumunidades centro-sul-americanas, bem como alguns povos europeus dentro dos seus territórios.

 4)    Em Edições anteriores do Fórum tiveram contatos com agrupações de outros países, que dentro desta organização comunitária praticam a “moeda de troca” enquanto outro elemento que está introduzido nesta mecanismo econômico/social.

5)   Desde a criação de um objeto cotidianamente utilitário a um trabalho artístico de linguagens interdisciplinares a uma palestra institucional, todos podem se considerar parte deste movimento que toma o caráter de produção de clase solidária.

Daniel Cejas, 2ªfeira 30-12-2013 
Tradução: Ethon Fonseca

Convite:
Plenária da Economia Solidária do Fórum Social Temático!!!!
Local: CASA DA ECONOMIA SOLIDÁRIA – Andar Térreo
RUA: Vigário José Inácio, 303, Porto Alegre
Data: 06/01/14  Horário: 10:0

A presença dos representantes dos setores que compõe a ECOSOL-FST é muito importante na construção do processo de organização das pautas de Economia Solidária no FSTemático em Porto Alegre. 

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Mães da Parrhesia em Brasilia - FMDH

Entre 10 e 13 de dezembro rolou o Fórum Mundial de Direitos Humanos, a Ação Mães da Parrhesia, representou por  lá juntamente com nossa radio web, aonde mais uma vez, mostramos autonomia nas transmissões. Agradecemos ao Povo do CAMP, e aos irmãos do SAJU que viabilizaram nosso transporte. Deixamos aqui o álbum de fotos, quem quiser conferir só clicar.
https://www.facebook.com/parrhesia.radioweb/media_set?set=a.381279072006613&type=1

SOMOS A FAVOR DA IMPUGNAÇÂO DO FEJU - RS

Suplemente é a p....$#@*&%#$#@@

A parrhesia é linha de frente em qualquer circunstância ou ocasião.

A parrhesia tem se articulado em algumas fitas, tipo semana do bairro Mário Quintana, semana hip hop de poa, fst2014, fmdh, fme, etc...

participamos também da fita do FEJU, mas certamente somos contrários a maneira como os tramites da semana passada foram realizados. e dai perguntamos por que não recebemos email de convocação?????

se nos inscrevemos para o link de comunicação e direitos humanos, e não recebemos a convocação alguma falha houve de quem???
da organização???
da SJDH???

 Particularmente não sei. Só sei que não estamos legitimando essa parada por isso, não enviamos nossos dados e nomes até ontem conforme solicitado pela tal coordenação. que também se auto proclamou em uma reunião esvaziada já passdo do horário habitual de trabalho.

Outro ponto relevante, é a data de prazo para envio dos nomes das entidades era 15 de outubro. oque não aconteceu por que as patricinhas e militantes politizadas da Juventude do PT, e UJS, se pegaram no tapa. na assembleia geral do dia 14 de outubro.

De lá pra cá muita coisa aconteceu inclusive tal reunião semana passada aonde os conchavos partidários e políticos se mostraram presentes, em uma nomeação de nomes de entidades representadas por essas entidades.

Isso cansa desgasta, é foda não temos amarras com ninguém nossa luta é digna e justa. E por enquanto coisas como essas acontecerem nossa posição sempre será dessa forma, somos a favor da impugnação dos nomes das entidades que se auto elegeram nesse FEJU que nos envergonha.

A juventude de nosso estado não tem cor definida, muito menos partido certo. Representando a liberdade de expressão, dizemos a sociedade gaúcha. essa farsa não nos representa!!!
 



 

 
 Instituto Parrhesia Erga Omnes

obs: estaremos encaminhando essa situação para nosso departamento juridico, impetrar pela impugnação do FEJU.
 


 

conforme amparo em seu artigo 5° no que se refere ao prazo...

https://drive.google.com/file/d/0B7T8CtCX6qb-SUROdlhYZ1JzZWI3ajd3eVZkMzdINjFoQzk0/edit?usp=sharing

O PAPEL, A AMPLIAÇÃO E A DINÂMICA DE FUNCIONAMENTO DO CONSELHO INTERNACIONAL DO FSM


SOBRE O PAPEL, A AMPLIAÇÃO E A DINÂMICA DE FUNCIONAMENTO DO CONSELHO INTERNACIONAL DO FSM
Texto: Mauri Cruz

 

A tarde de hoje (17/12) foi dedicada as dinâmicas organizativas do próprios Conselho Internacional. Vale ressaltar que esta é a maior dificuldade da dinâmica do CI, qual seja, criar uma dinâmica de funcionamento que realmente seja eficaz. Há anos os grupos constituídos, no geral,  não tem conseguido produzir resultados significativos. Por isso, os temas com a ampliação das representações no CI, as questões referentes a comunicação interna e de uma maior transparência e democratização de seu funcionamento continuam sendo um problema.

Para superar estas debilidade foram discutidos três temas centrais: (1)papel e metodologia de funcionamento,  (2) expansão do CI e (3) organização. Após uma longa discussão muitas sugestões foram apresentadas o que exigiu um grupo de sistematização para que no dia seguinte seja possível encaminhar de forma mais ou menos lógica as sugestões.

Quanto a expansão das representações no CI, por exemplo, surgiram propostas desde que funcione numa dinâmica de assembleia dos movimentos e organizações sociais, até que seja composto proporcionalmente pelos atuais participantes, por representantes dos comitês que organizam atividades do FSM temáticos ou regionais e por representantes de “novos” movimentos ou movimentos históricos que estão articulados de alguma forma com os processos do FSM mas que não tem assento no CI.

Na questão do papel do CI está claro que o CI cumpre um papel de mobilização e apoio a realização dos processos regionais e temáticos do Fórum Social. Isto o CI faz bem. No entanto, as tarefas de sistematizar este processo e ampliar as redes de atores tem tido muita dificuldade. Aqui reside a necessidade de inovar nas metodologias e dinâmicas de funcionamento, inclusive em relação a capacidade de comunicação dos acúmulos e acertos do CI nos últimos tempos.

O papel de articulador e facilitador dos processos é o centro do Conselho Internacional do FSM. Tudo o que se possa ampliar e inovar não pode comprometer esta grande aliança de atores sociais de países e culturas tão distintas. É necessário paciência e cuidado para que o arranjo que trouxe o CI até aqui e que tem tido sucesso pelas edições dos Fórum Sociais não se perca.

________________________

INFORME ESPECIAL

FÓRUM MUNDIAL DE MIDIA LIVRE SE REÚNE EM PORTO ALEGRE DURANTE O FSTemático2014

A Comissão de Comunicação do Conselho Internacional do FSM reunido em Casablanca/Marrocos decidiu que haverá quatro momentos internacionais no processo de elaboração da Carta pela Democratização da Comunicação. O primeiro momento será em Porto Alegre no FSTematico2014 quando será lançado este processo e definidas as datas das demais atividades serão na Tunísia, Marrocos e um na Europa.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Informes sobre o Fórum Social Temático 2014



CONSELHO INTERNACIONAL FAZ BALANÇO DA CONJUNTURA MUNDIAL

Foi instalado hojej (16/12) na cidade de Casablanca no Marrocos a reunião do Conselho Internacional do FSM. Com mais de 100 participantes com expressiva participação de representantes dos paises da África, Ásia, Europa e América Latina a manhã de hj foi dedicada ao balanço de conjuntura e o papel dos processos do Fórum Social.


Há uma clara avaliação de que a crise do modelo capitalista e neoliberal atinge as camadas mais pobres em todos os países, em especial, as mulheres, crianças e a juventude. A disputa de projetos, um que pretende manter as riquezas do planeta à serviço de uma minoria, e outro democrático que busca socializar não a miséria, mas a riqueza, ocorrem em todos os países de formas distintas. Em várias situações, como no Iraque, Síria, Palestina esta disputa acontece em forma de guerras e dominação militar. Em outros, de forma mais sutil, as disputas se dão por dentro de dinâmicas de dominação de mercado.

Em qualquer situação há um conflito entre estes dois blocos de interesses e os processos do Fórum Social em todo o mundo é o espaço de articulação dos projetos e alternativas anti-capitalistas  e democráticas. Por isso a importância se sua realização e continuidade.


Várias representantes das redes e movimentos integrantes do CI estarão presentes em Porto Alegre para dar continuidade a este debate, até porque os temas escolhidos da Crise Capitalista, Democracia e Justiça Social e Ambiental são centrais na conjuntura atual.


Mauri Cruz  (Desde o Marrocos)

Representante a Abong

Membro do Comitê de Organização do FSTemático2014
 
Copyright © 2013 Parrhesia Erga Omnes
Design by FBTemplates - Traduzido Por: Templates Para Blogspot
    Twitter Facebook Google Plus Vimeo Flickr YouTube